As principais notícias deste início de semana

Ormuz fechado pelos EUA. Após fracasso nas negociações no Paquistão, Trump anunciou um bloqueio total promovido pelos EUA no Estreito de Ormuz, mirando navios que pagam pedágio ao Irã. Em tom de ameaça, o presidente americano ainda disse que “qualquer iraniano que atirar em nós, ou em embarcações pacíficas, será EXPLODIDO PARA O INFERNO!”.

Fim de uma era na Hungria. Um dos principais líderes de direita no mundo e grande aliado de Trump, Viktor Orbán foi derrotado nas eleições e encerra um ciclo de 16 anos no poder do país. O premiê, conhecido por posições duras contra imigração e críticas à mídia, reconheceu o resultado e parabenizou os vencedores — marcando uma virada política no país.

Um MacBook, um YouTube, milhares de fãs. De volta aos palcos depois de quase 4 anos, Justin Bieber fez sua 1ª apresentação do Coachella 2026 com direito a Katy Perry, Adele e Lewis Hamilton na plateia. Mas o maior destaque foi o formato do show: ele abriu o YouTube, foi escolhendo as músicas junto com o público e cantando por cima do próprio vídeo. O cantor também fez história ao se tornar o headliner mais bem pago da história do evento, com US$ 10 milhões.

Nono presidente em 10 anos. O horário de votação eleitoral no Peru foi estendido para hoje após falhas logísticas impedirem eleitores de votar. Dentre os 35 candidatos à presidência, Keiko Fujimori (direita) aparece na liderança na boca de urna. Os resultados oficiais devem sair nos próximos dias e definir quem avança para o segundo turno em junho.

Mudança no topo do tênis. Jannik Sinner venceu Carlos Alcaraz na final do Masters 1000 de Monte Carlo por 2 sets a 0 e conquistou seu maior título no saibro. De quebra, assumiu a liderança do ranking mundial, encerrando o reinado do espanhol no topo da ATP.

Trump ataca o Papa. Em postagem no Truth Social, o presidente americano chamou o Papa Leão XIV de “fraco” e disse que sua postura prejudica a Igreja Católica. Horas antes, o Pontífice afirmou se sentir próximo do “amado povo libanês” e pediu um cessar-fogo no conflito no Oriente Médio

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