Chegaram à redação denúncias envolvendo carrinhos de lanches ambulantes que estariam atuando em condições consideradas inadequadas em Tubarão. Segundo relatos, alguns pontos de venda de cachorro-quente e outros alimentos estariam funcionando sem a devida estrutura de higiene e conservação.
De acordo com as informações recebidas, há preocupação quanto ao armazenamento dos alimentos, manipulação sem os cuidados necessários e ausência de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), que são essenciais tanto para a proteção do trabalhador quanto para garantir a higiene alimentar.
O uso de aventais, luvas, calçados adequados e toucas são itens obrigatórios e regulamentados por normas técnicas sanitárias. Esses equipamentos ajudam a reduzir riscos de contaminação e asseguram maior segurança para quem consome os alimentos.
A situação acende um alerta importante, pois se trata de questão de saúde pública. Restaurantes e estabelecimentos fixos precisam seguir rigorosamente as normas da Vigilância Sanitária — e o mesmo deve valer para todos os que comercializam alimentos, independentemente de serem fixos ou ambulantes.
O pedido é para que os órgãos competentes intensifiquem a fiscalização nos pontos citados, orientando os trabalhadores a se adequarem às normas vigentes e garantindo igualdade nas exigências. É fundamental que haja equilíbrio: todos devem cumprir as regras.
O objetivo não é prejudicar quem trabalha de forma honesta, mas assegurar que a atividade seja exercida com responsabilidade, protegendo consumidores e fortalecendo o comércio local dentro da legalidade.
A segurança alimentar é responsabilidade coletiva e exige atenção constante das autoridades e dos próprios comerciantes.