O fim de semana foi de tensão em Washington.

O tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca terminou em caos após disparos nas proximidades do evento, forçando a retirada imediata de Trump, JD Vance e outras autoridades.

Felizmente, o atirador — que portava uma espingarda, uma pistola e facas — foi contido antes de chegar perto do salão principal. Identificado como Cole Tomas Allen, ele trabalhava como professor particular e desenvolvedor de jogos.

Investigadores afirmam que Allen enviou um manifesto a familiares minutos antes da ação. No texto, ele se autodenominava “Friendly Federal Killer” e citava funcionários do governo como alvos prioritários.

O pano de fundo

O episódio reacende um debate sensível nos EUA: a segurança de Trump e a escalada da violência política no país.

O republicano já sofreu duas tentativas de assassinato durante a campanha de 2024. Agora, mesmo cercado pela segurança mais robusta do país, voltou a estar no centro de mais um incidente.

Além disso, o caso preocupa ainda mais por ocorrer em meio a uma sequência de atentados políticos, como o assassinato do ativista Charlie Kirk e da deputada democrata Melissa Hortman no ano passado.

Curiosidade: No mesmo Hotel Washington Hilton, há 45 anos, o então presidente Ronald Reagan sofreu uma tentativa de assassinato ao ser baleado por John Hinckley Jr., que acreditava que o ataque impressionaria a atriz Jodie Foster.

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