O futuro dos shows custa US$ 2,3 bilhões.

Você já se imaginou dentro de um ovo prestes a eclodir — e isso ser parte de um show de música? 17.600 fãs do Phish viveram exatamente isso.
Bem-vindo ao Sphere. Uma arena em forma de esfera em Las Vegas com tela imersiva de 360 graus cobrindo teto, paredes e piso. Foram US$ 2,3 bilhões para construir, e parecia um erro caro prestes a virar piada.
A empresa por trás da atração já faturou US$ 379 milhões em 2025, acumulando 1,7 milhão de ingressos vendidos.
Isso não é só sobre shows… O Sphere prova que as pessoas pagam mais por algo que só pode ser vivido presencialmente. O ticket médio na revenda chegou a US$ 521 em 2026.
Da Gen Z ao público que cresceu ouvindo U2 e Eagles, a fórmula atravessa gerações. A receita que faz isso funcionar é curiosa: tecnologia de ponta + bandas com décadas de estrada.
Os artistas fazem apresentações que duram semanas, porque o custo de produção exige tempo para se pagar.
Mas vai além: Fora dos shows, o Sphere também exibe experiências imersivas, como a versão de O Mágico de Oz refeita com IA do Google e efeitos físicos como maçãs de espuma caindo do teto, que gerou US$ 260 milhões em ingressos.
A empresa saiu de prejuízo de US$ 325 milhões em 2024 para lucro de US$ 33,4 milhões em 2025. Agora, ela já planeja unidades em Abu Dhabi, Maryland e “o máximo possível” de cidades, nas palavras do fundador James Dolan.

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