Um caso envolvendo uma abordagem da Guarda Municipal de Balneário Camboriú gerou forte repercussão nas redes sociais após a manifestação pública de um pai indignado com a situação vivida pelo filho.
Em um desabafo emocionado, João Alves criticou a ação dos agentes e classificou o caso como agressão e abuso de poder. Segundo ele, o filho já estaria caído no chão no momento em que continuou sendo agredido.
“Meu filho já estava abatido”, diz pai
No relato divulgado nas redes sociais, o pai afirmou que o filho sofreu agressões mesmo após já estar rendido.
“Bater em alguém até sangrar não satisfaz pelo crime cometido. Meu filho já estava no chão, abatido. É ser homem continuar batendo em quem já estava caído?”, escreveu.
O desabafo ainda destaca a dor enfrentada pela família e menciona que o homem abordado é pai de uma criança autista.
Caso gera revolta nas redes sociais
A publicação rapidamente gerou repercussão e comentários de indignação nas redes sociais, com internautas questionando a conduta adotada durante a ocorrência.
João Alves também afirmou que ouviu os gritos de dor do filho através de um celular e fez críticas diretas à postura do agente envolvido.
“A dor não tem preço. Deus é pai. E você, é o quê?”, escreveu no desabafo.
Debate sobre abuso de autoridade
O caso reacende discussões sobre o uso da força em abordagens e possíveis excessos cometidos durante ações de segurança pública.
Até o momento, não foram divulgadas oficialmente mais informações sobre a ocorrência nem eventual posicionamento da Guarda Municipal sobre as acusações feitas pela família.