SC atrai novos moradores e abre 94 mil pequenos negócios: como proteger a renda em um mercado de trabalho em transformação.

Estado teve o maior saldo migratório do país entre 2017 e 2022. No primeiro trimestre de 2026, MEIs responderam por 74,2% das novas empresas

Florianópolis, setembro de 2026 – Santa Catarina recebeu 503,6 mil pessoas vindas de outros estados entre 2017 e 2022, período em que registrou o maior saldo migratório do país, de 354,3 mil pessoas, segundo o IBGE. Ao mesmo tempo, o Estado abriu 94,3 mil pequenos negócios apenas nos primeiros três meses de 2026, dos quais 74,2% eram MEIs, de acordo com o Sebrae/SC. A combinação de crescimento populacional e empreendedorismo coloca em evidência uma questão financeira: como proteger a renda de quem depende diretamente do próprio trabalho?

Para quem empreende ou trabalha por conta própria, uma doença ou acidente pode interromper a própria fonte de renda. É nesse ponto que entram as coberturas de seguros voltadas a eventos ocorridos em vida, como doenças graves e invalidez, que podem ajudar a preservar o orçamento e o patrimônio durante um período de afastamento do trabalho.

Azos, insurtech brasileira especializada em seguro de vida, acompanha esse mercado por meio de uma rede de mais de 13 mil corretores parceiros em todo o país e oferece coberturas como morte, doenças graves, invalidez, incapacidade temporária, entre outras. 

“O empreendedor assume diretamente a responsabilidade pela geração da própria renda. Quando ele deixa de trabalhar por um período, o impacto pode chegar rapidamente ao orçamento da família. Por isso, a proteção financeira precisa considerar não apenas o patrimônio, mas também a capacidade de continuar gerando renda diante de um imprevisto”, afirma Rafael Cló, CEO e cofundador da Azos.

O avanço dos pequenos negócios em Santa Catarina acompanha uma economia concentrada em serviços. No primeiro trimestre, o setor respondeu por mais de 63 mil novas empresas, cerca de dois terços do total aberto no Estado. Entre as atividades que mais cresceram estão promoção de vendas, serviços administrativos, entrega rápida, transporte e cuidados pessoais, segundo o Sebrae/SC.

Para Rafael Cló, o crescimento do trabalho por conta própria também muda a forma de planejar financeiramente. “Quando a renda está ligada à atividade profissional, proteger a capacidade de trabalhar passa a ser uma parte importante do planejamento. Um período de afastamento pode comprometer o caixa de uma família justamente quando surgem novas despesas”, diz o CEO da Azos.

Entre as coberturas voltadas a situações ocorridas em vida está a Renda por Incapacidade Temporária (RIT), que oferece suporte financeiro quando o segurado fica temporariamente impossibilitado de exercer sua atividade profissional em razão de doença ou acidente. Para quem trabalha por conta própria, esse tipo de proteção pode ajudar a manter o orçamento durante o período de afastamento, quando a renda diminui ou deixa de existir enquanto despesas como contas da casa e custos do próprio negócio continuam.

Nesse cenário, o seguro de vida deixa de estar associado apenas à proteção dos dependentes em caso de morte e pode cumprir outras funções ao longo da vida, com coberturas que oferecem suporte financeiro diante de situações que comprometem a capacidade de trabalho.

Sobre a Azos
A Azos é uma insurtech, empresa de tecnologia que atua no segmento de seguros, que oferece apólices de seguro de vida com coberturas que podem chegar a R$5 milhões sem a necessidade de exames ou relatórios médicos, no processo de subscrição. Por meio de um sistema de inteligência artificial desenvolvido com tecnologia proprietária, a empresa realiza a subscrição e emite apólices em 30 segundos ou em até um dia útil. Com mais de R$350 milhões captados em investimento de alguns dos principais fundos de venture capital do mundo, a Azos tem, atualmente, mais de 13 mil corretores parceiros, mais de R$120 bilhões em capital segurado e milhões de reais pagos em sinistros de seguros oferecidos pela empresa. 

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